Review | Opeth – Pale Communion

E aqui estamos inaugurando uma nova seção no site, onde iremos fazer review de albúm, DVDs, livros e muito mais, e também de uma maneira atemporal, não estamos colocando em nossa mira lançamentos, ou seja, materiais que estamos curtindo no momento.

E é nessa que começamos com Opeth, com o álbum Pale Communion. Engraçado como só descobri esses caras agora, e ver que apesar das origens com o pé no Death Metal, agora estão em uma pegada muito mais de rock progressivo dos anos 70.

Temos aqui neste disco diversos trabalhos com riffs orientais, um extremo bom gosto no trabalho de guitarra, um ótimo equilibrio entre o órgão e as harmonias vocais. Ou seja, é um albúm majestoso, em canções que se desdobram melodicamente.

O guitarrista Fredik Akesson mostra uma sutileza de texturas e técnicas exóticas. A começar pelo maravilhoso blues que ele faz em “River” (o grande destaque deste albúm), que vem diretamente da década de 70, que surpreende por sua qualidade.

E junta-se a essa música, formando a parte de uma triade, que se segue, com a sombria e arábica “Voice of Treason”.

E finalizando essa triade, entra a comovente e orquestral “Faith In Other”.

Esse é um daqueles discos essenciais, para se ouvir e aplaudir de pé o trabalho da banda, mostrando que o conjunto de tudo é o que forma o som espetacular que eles criam. Se você ainda não conhece, é altamente recomendável procurar esse disco e ouvir.

Nota Final: 9.0

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