As canções mais épicas do Iron Maiden

Com um novo disco mostrando que o Iron Maiden ainda tem muita força e gás, e com suas músicas ficando cada vez mais épicas e poéticas, que tal revisitarmos alguns épicos que a banda tem nos entregado ao longo dos anos, e olharmos as músicas deles que são mais voltadas ao rock progressivo, principalmente após a volta de Bruce Dickinson aos vocais em 1999.

Claro, reserve ai um bom tempo pra curtir porque as musicas mais curtas estão na casa dos 8 minutos. Então, sente-se e prepare-se para viajar nos épicos do Iron Maiden.

‘Sign of the Cross’

Álbum: ‘The X Factor’ (1995)

Pra começar, com um pouco de polêmica claro, mas o clássico “Sign of the Cross”, não podia ficar de fora. Temos aqui Harris criando um épico para tentar ajudar o Blaze Bayley que havia acabado de assumir a bomba de tentar substituir Bruce Dickinson.

A música é um testamento a loucura, baseado na obra clássidca de Umberto Eco: “O nome da Rosa”. Metal também é cultura.

‘For the Greater Good of God’

Álbum: ‘A Matter of Life and Death’ (2006)

A Matter of Life and Death é pra mim um dos discos mais épicos, está entre meus favoritos, e “For the Greater Good of God” é a grande canção do disco com seus quase 9 minutos e meio de denúncias contra organizações religiosas. Novamente é um composição apenas do Harris, e com um arranjo intrincado que mostra toca a complexidade que o baixista tem em sua paixão pelo rock progressivo do anos 70.

‘The Clansman’

Álbum: ‘Virtual XI’ (1998)

Não vamos elogiar Virtual XI aqui, mas temos que fazer justiça a uma grande música neste disco, “The Clansman”. Blaze Bayley não é um péssimo cantor, é que realmente é dificil se destacar depois da passagem de Bruce Dickinson, mas a sua passagem pelo Iron Maiden entregou, graças novamente a Steve Harris essa épica interpretação de Coração Valente. Essa música é tão boa, que o próprio Bruce tem cantando ela ao vivo em shows do Iron.

‘Empire of the Clouds’

Álbum: ‘The Book of Souls’ (2015)

Claro que o último disco não podia ficar de fora, com “Empire of the Clouds” e seus incríveis 18 minutos, é o típico exemplo de que tamanho é documento. Sem falar do maravilhoso trabalho de Bruce Dickinson neste épico. E somente o fato deles conseguirem criar uma obra de arte como essa após 40 anos de estrada, mostra o quão vivo e poderosos ainda estão.

‘Isle of Avalon’

Álbum: ‘The Final Frontier’ (2010)

Voltamos aqui até a idade média, e na linha tenue que separa a história da fantasia, com “Isle of Avalon”. E acho que a grande surpresa aqui é que somente após 15 álbums é que eles resolveram falar das lendas de seu próprio país de origem. E quando fizeram é com muita poesia, para descrever os mistérios do nascimento, morte e renascimento da mística ilha dos mortos.

‘The Red and the Black’

Álbum: ‘The Book of Souls’ (2015)

The Book of Souls também nos entrega esse poderoso clássico, em 13 minutos colossais, com a música acelerando cada vez mais e mostrando que essa música já merece estar entre os clássicos da banda.

‘Paschendale’

Álbum: ‘Dance of Death’ (2003)

Por 20 anos, “The Trooper” do disco Piece of Mind era a melhor canção inspirada em batalhas do Iron Maiden. Mas em 2003, Dance of Death nos trouxe a espetacular “Paschendale”. E isso nos prova que o Iron tem talento e classe para nos mostrar os horrores da guerra através de poesia.

‘Alexander the Great’

Álbum: ‘Somewhere in Time’ (1986)

Relativamente com menos peso que as anteriores, mas não quer dizer que esse clássico de 8 minutos e meio, mostra o balanço entre o progressivo e o rock clássico que o Iron Maiden cria. E ainda mais, um conto em detalhes sobre o grande rei da Macedônia.

‘Seventh Son of a Seventh Son’

Álbum: ‘Seventh Son of a Seventh Son’ (1988)

“Seventh Son of a Seventh Son” pega um antigo conto e transforma em peça musical, também já brincando com o conceito de “sete”, já que esse é sétimo álbum da banda. Mas a genialidade dessa música está em seu começo de marcha até ir ganhando peso e concluir com muita harmonia.

‘Rime of the Ancient Mariner’

Álbum: ‘Powerslave’ (1984)

Claro que não podia faltar algo do melhor álbum do Iron Maiden (na minha opinião claro), a maravilhos “Rime of the Ancient Mariner”. Essa música é sem sombra de dúvida um dos maiores clássicos do Iron, é um épico de proporções gigantescas.

 Claro que vocês meus amigos, vão lembrar de várias outras, então deixe ai nos comentários qual você acha que falta aqui que vamos complementando a lista.
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